quarta-feira, 5 de abril de 2017

Pílula da Vivi - Coluna Curtinhas

Pílulas da Vivi
O que me faz sofrer?
Muita coisa!
O que me faz perder tempo com sofrimento?
Pouquíssima coisa: como a doença, a maldade pela maldade, a injustiça e o desemprego de um trabalhador, por exemplo.
No mais, não gosto de lágrimas perpétuas, nenhum choro deve ser prolongado por mais de um dia. A vida é muito mais dádiva do que dor. Recolha seus presentes diários, fortaleça-se e siga em frente!
Bom dia!

Pílulas da Vivi - Perder-se!

O medo pode nos afetar de várias maneiras, pode ser ele o causador de nossa paralisia ou de nosso ataque.

De qualquer forma há em nós um medo do futuro, do incerto, daquilo que não sabemos como virá. Eu tenho um grande medo na vida: perder a memória.

Esquecer de onde vim, como cheguei, os caminhos que percorri e esquecer principalmente, quem esteve ao meu lado. Perder o juízo da razão para onde devo seguir, não reconhecer impulsos, não digladiar comigo mesma e não dividir sorrisos com quem realmente importa, isso sim me dá muito medo.

Perder nossas referências, faz com que percamos o contato visual com a vida.

De qualquer forma, insista, não em viver do passado, mas para fazer vivo em ti a matriz do que te trouxe até aqui.


Pílulas da Vivi - A verdade (parte2)

Se o silêncio diate da indubitável verdade é o melhor remédio, façamos dele então aliado para destrinchar a verdade que habita em nossas ações. 

Mais difícil do que ver a verdade no observado é fazer com que ela transborde de mim pra mim.

Quantas absolutas verdades nós já não se derrubamos nestes últimos 12 meses?

Sim, porque na grande maioria, somos metamorfoses ambulantes em constante aprendizado; em sendo assim, posso perguntar a ti: Quanto de desordem foi necessária a sua mente para que você se conduzisse a sua nova verdade?

Reflita.... permita-se... descubra-se! 


Pílula da Vivi - A verdade (parte 1)

E se ousássemos ser verdadeiros o tempo todo?

E se não parássemos a nossa mente diante do educado?

Será que de frente a crueldade da verdade seríamos mais livres? Mais inteiros? Quem sabe até, menos caóticos!

Sobre a dita verdade, tenho apenas uma constatação a fazer, o silêncio é a sua maior revelação! Até poque a verdade é tão relativa quanto a beleza.

Silenciemos-nos, não por educação, mas por relatividade!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Que bom estar e voltaaaaaa!!!!

Passaram-se 4 anos! Que loucura! Diversas vezes tentei recuperar o acesso ao meu blog, sem sucesso, mas desta vez não desisti, fui até o fim!

Sei lá, a impressão que tenho é que aqui no blog, posso ser muito mais eu, do que nas mídias sociais! É uma forma um pouco mais livre de se expressar e eu gosto disso! Não que as outras mídias não me atraiam, não é isso, adoroooooo! Mas blog é outra parada.... é sobre isso que vou viver aqui!

Meio que na calada, na surdina, pequena, sem alarde, só eu sendo eu! E amo isso também!

Já sei como explicar: aqui no blog é como se eu estivesse vestida dentro de casa, com roupas confortáveis, sem compromisso e nas mídias sociais a gente está sempre vestida pra ir à rua, desde a ida ao mercado até a festas de gala mas sempre exposta ao olhar de alguém!

Viva a intimidade que posso ser no blog, mas claro com doses conscientes de que na rede, nada é seu! Tudo se expande!

Bjs estou de volta.... feliz da vida!

sábado, 14 de abril de 2012

Peraltice de Criança

           Da coleção mais uma para entrar na história
Hoje à tarde, tudo andava tranquilo e calmo, véspera de feriado, mamãe e filhos em casa até que eu recebi uma notícia que me deixou com muitas dores depois.

O Bruno se aproximou e disse uma frase que mudaria o meu final de tarde: “- Mamãe meus irmãos se trancaram no quarto!”
Na mesma hora, meu coração disparou e eu saí correndo para pegar a chave reserva que estava guardada no meu quarto. O problema era grande, mas de fácil solução. Até eu chegar ao corredor e perceber que a porta trancada não era a do quarto deles, então gritei: Meu Deus onde eles estão? O Bruno já em prantos e eu com a mão na maçaneta disse: “- eles estão no seu quarto.!!!”
Inicia-se aí mais uma história pra contar...
Vitor e Heitor entraram no meu quarto, fecharam a porta e a trancaram com a chave, inclusive usaram um requinte de segurança: deram duas voltas na tranca.
A nossa primeira reação, claro, foi o desespero. Gritamos e choramos todos juntos. Bruno ficou apavorado e pensou que não veria mais seus irmãos, eu peguei o telefone e o primeiro a ser aviso foi o Marcelo, que despencou imediatamente da Barra até aqui em casa.
Enquanto ele vinha pra casa eu tentava abrir a porta de todas as maneiras. Gritei, implorei, pedi, para que os meninos virassem a chave, e nada. Cada vez que eles iam a maçaneta tentar abrir a porta e não conseguiam o choro de desespero aumentava. Me chamavam: “ - mamãe, mamãe abri porta!” Deus, a impossibilidade de socorrer um filho é uma das piores emoções que já tive! Foi neste momento que arrumei minhas dores. Tentei enlouquecidamente arrombar a porta. Corri pelo corredor e bati com o ombro, chutei a porta, com uma perna, com a outra e nada. Cada vez que a porta levava um tranco os meus 3 meninos se desesperavam ainda mais. A esta altura já havia ligado para minha mãe que veio correndo com sua maleta de ferramentas.
Nada acontece por acaso, ao chegar, mamãe encontrou minha irmã, que mora no prédio ao lado, chegando com a Bibia Loira da escola. Subiram juntas, minha mãe pegou um martelo e pow, pow, pow – encontramos a fechadura, tentamos deslocá-la com duas chaves de fenda e nada.
Até que Alexandre meu cunhado, tinha assistido pela milionésima vez, no dia anterior, um filme do Bruce Lee – Yah! Ele se ofereceu, se preparou, focou toda sua energia nas pernas e uh! Um chute perfeito e enfim a liberdade. Viva Alexandre Lee! Obrigada!
 
Muito bonitinho foram os meninos juntos sentados na cama, seguindo as instruções que tinha dado a eles. Bonitinha também será a conta do marceneiro que virá recolocar uma porta, um caixonete e uma fechadura nova no meu quarto; mais bonitinho do que tudo foi o encontro do Bruno com os irmãos. E o que é lindo de verdade é ter mais uma história de infância pra contar.
Como dizia papai: peraltice de criança!
Só pra completar – tive que tomar um dorflex, pra ver se amenizava as dores que me restaram na lombar, nas pernas, nos ombros e no pescoço. Acho eu vou assistir mais filmes do Bruce Lee, sabe-se lá o que uma mãe tem que fazer na vida. Hahahahahahahahahaha




Meus filhos, minha vida, nossa história!
Bjs e até a próxima grande peraltice... pq com certeza virá!!!
Que Deus continue a nos abençoar! E bom feriado amanhã!


* Achei uma foto da época... o resultado final da minha porta!

Isso tudo aconteceu em um dia Primeiro de novembro, véspera de feriado!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Micos voadores

          

           Aqui em casa os micos sabem voar. Não duvide!
 
           Antes de guardar R$ 100,00 na carteira, optei por deixar minhas 5 notas de R$ 20,00

escondidas no sofá, prevendo que seria impossível alguém achar.

           A hora foi passando e eu arrumando mil coisas antes de levá-los à escola, até que ao passar

pela sala vi um colorido diferente na base na janela. Fui me aproximando e a cor amarela ia

predominando, me aproximando e o tamanho parecendo de uma nota, até que cheguei e confirmei

minha certeza, uma nota de R$ 20,00 estava do lado de fora da janela, enrolada na tela de proteção.

Pensei: Ufa, ainda bem que não caiu! Peguei a nota e me questionei: mas de onde veio este... . Antes

de completar o pensamento, veio um flashback na minha cabeça, aqueles típicos flashbacks que

anunciam um problema. Na mesma hora lembrei-me de ter escondido 5 notas no sofá e então fiz a

pergunta que não queria calar: Mas peraí onde estão as outras notas? Antes de voltar ao sofá, corri

pra janela e..... tcham tcham ram ram encontrei todos os meus miquinhos, eles tinham voado! Se

dividiram em grupos, 2 miquinhos foram parar no parapeito e outros 2 no chão da calçada do

prédio! Imaginem, fiquei com cara de pão dormido! E antes de tentar saber quem realizou o feito, saí

com uma escada na mão e pela primeira vez deixei os meninos sozinhos em casa. Com o coração

disparado e pronta pra chegar na voadora, vai que alguém pensa: “achado não é roubado”!  Até

explicar que meus micos sabem voar, já fui no estilo, com os cabelos pro alto e com sangue nos

olhos. Para minha sorte minha rua é de poucos pedestres, então foi fácil fazer o resgate das notas.

Subi na escada, com um rodo na mão, tinha esquecido, desci com um rodo também. Então em cima

da escada, com o rodo na mão e com os cabelo pro alto tentei puxar as notas do parapeito, mas foi

em vão. Então, prendi melhor o meu cabelo e fui correndo a casa do vizinho pedir para pular sua

janela e pegar as notas. Ufa consegui! Ao voltar pra casa em pose dos meus 4 micos voadores, heis

que surge a questão... Quem deu asas aos micos? Não posso afirmar com 100% de certeza, mas ouvi

dizer que o Heitor tinha no mínimo participado do feito, se houve colaboradores até hoje não sei, só

sei que desde então tomo todos os cuidados, afinal não quero ver nenhum mico-leão-dourado,

nenhuma onça pintada, muito menos uma garoupa recebendo brevê aqui em casa!




Esta é mais uma história real da minha família!!! Na casa onde micos e peixinhos voam!!! Antes que

perguntem do peixinho voador, só posso afirmar que esta é uma outra história. Beijos e até breve.